30 de dez. de 2020

O autor fala de Sua Obra: Alberto Amorim

Alberto Amorim

José Alberto Amorim, nascido em Propriá-SE, graduado em História pela Universidade Estadual Vale do Acaraú -UVA, Polo Propriá (2009), Pós Graduado em História da África e das Culturas Afro-brasileiras pela Faculdade Atlântico, Aracaju -SE (2012), Membro fundador do CCP-Centro de Cultura de Propriá e Presidente. Assumiu cargos de confiança no poder público na Prefeitura Municipal de Propriá: Secretário Municipal de Administração (2007-2010), Secretário Municipal de Cultura e Meio Ambiente (2011-2012), Secretário Municipal de Educação, Cultura, Juventude e Esporte (2020). Pesquisador da Ditadura Militar de 1964. É Idealizador, âncora e produtor do programa FM 104 Cultural.

1.    Como nasceu o livro “Um batim nas memórias de um menino propriaense”?

Sou propriaense, beradeiro naturalmente. Ao observar que, nessa minha cidade quase nada foi escrito sobre ela, lembrei-me de fatos vividos na infância /adolescência e resolvi rascunhar algumas das experiências passadas. Daí surgiu a ideia do livro. Muita ousadia!

2.    De que trata ou fala seu livro?

Um Batim nas memórias de um menino propriaense nos leva ao um mergulho no tempo da experiência de um garoto vivenciadas às margens da Princesinha do São Francisco. Em seu bojo, trago as brincadeiras, a religiosidade, cultura, sociedade e curiosidades, com objetivo de não apagar da memória histórica e, ao mesmo tempo, deixar registradas outras coisas boas da minha infância à beira do Opará.

3.    Saiba mais!

3.1   O livro Um batim nas memórias de um menino propriaense, publicado pela Editora Performace, Arapiraca, Alagoas. Seu lançamento está previsto para a primeira quinzena de 2021 que será no Coreto, ao lado do Estadual a partir das 19 horas. Terá a participação de de voz e violão de Saulo e Banzo.

3.2    Capa do Livro

3.3 Links

3.3.1  @blogue_do_ronperlim

3.3.2 Entrevista para a TV OOPS Canal 10 

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24 de dez. de 2020

O Autor Fala de Sua Obra: Cleberto Santos

 


O Blogue do Ron Perlim entrevista o escritor proprianse, Cleberton Santos. Vamos conhecer um pouco sobre ele:

Cleberton Santos (14/05/1979, Propriá/SE) é poeta e professor do IFBA. Mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS. Publicou os livros “Ópera urbana” (poesia, 2000), “Lucidez silenciosa” (poesia, 2005) “Cantares de roda” (poesia, 2011), “Aromas de fêmea” (poesia, 2013), "Estante Viva” (crítica literária, 2013) e "Travessia de abismos" (poesia, 2015). Vencedor do Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima da Academia Brasileira de Letras (2002). Tem poemas publicados em várias antologias, revistas e jornais. Apresentou o quadro “Aperitivo Poético” na Rádio Globo FM de Feira de Santana.  

1.  1. Como nasceu o livro “Travessia de abismos”?

Foi escrito e reescrito entre 2014 e 2015. Eu estava liricamente impactado pela leitura da forte poesia do português Gastão Cruz. Estava revisitando outros poetas prediletos e vivendo algumas inquietações-reflexões sobre minha relação com a vida literária e com a própria poesia, essa força invisível tão real. Estava com a ideia de escrever meu quinto e último livro de poemas. Uma travessia mesmo.

2. Do que fala esse livro?

O livro fala (se é que poesia fala algo?!) dessa travessia da minha escrita poética. Minhas incertezas e tentativas de criar poesia num mundo tão prosaico e também já tão cheio de palavras e poetas. Busquei criar um conjunto de poemas que representassem a Voz de um único poema longo que medita sobre o lugar e a função da criação poética. Poesia.

3. Saiba Mais

3.1 Para saber mais sobre o autor, seus livros e suas atividades literárias, acesse este blogue: http://clebertonsantos.blogspot.com.br.

3.2 Travessia de Abismos




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19 de dez. de 2020

O Autor Fala de Sua Obra: Adail Vilela

Adail Vilela: Poeta
Hoje o Blogue do Ron perlim recebe com satisfação a entrevista de  Adail Vilela pelo  Whatsapp. Vamos conhecer um pouco sobre ele e seu primeiro livro?

1. Como nasceu seu livro Poemas de Pinho a Polo? 

Sou alagoano de Palmeira dos Índios, mas resido em Aracaju desde 1982. Meu primeiro livro nasceu em 1993 e foi lançado 18 anos depois. A inspiração para POEMAS DE PINHO A POLO foi minha mãe que passava por um grande problema de saúde,  me motivando ao lançamento,  como uma forma de comemorar a superação do momento difícil,  de uma forma criativa e significativa.

2. Do que ele trata ou fala.

O livro,  dado o grande intervalo temporal desde a obra anterior,  foi praticamente uma antologia,  refletindo a produção poética de minha fase mais prolífica.  São 128 páginas,  contendo poemas tanto de estética moderna,  com versos livres,  quanto clássica,  como sonetos.  O lançamento,  dado seu objetivo,  foi bem emocionante,  com grande presença de público.  Fiz várias declamações,  entre as quais  a do poema  O BAILE DAS PRINCESAS, em que, associando as princesas da Disney Ariel,  Bela, Branca e Cinderela,  homenageei minha filha mais nova e três sobrinhas, todas presentes no evento.

3. Saiba Mais

3.1 Poemas

O baile das princesas

O que digo
3.2 Redes Sociais
3.2.1: Facebook

https://www.facebook.com/adail.vileladealmeida

3.2.2: Instagram



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2 de nov. de 2020

Mateus Cavalcanti - Diversidades Poéticas

Mateus Cavalcanti

O entrevistado para a seção O Autor Fala de Sua Obra é o escritor Matheus Cavalcanti. Mateus é natural de Maceió, Alagoas. Ele, além de Diversidades Poéticas, escreveu o seguinte livro: Recomeçaar, Persisti. Relatos da vida e vocação. Ele idealizou o projeto Contando Alagoas em Versos. A ideia é resgatar a memória do patrimônio histórico e cultural de Alagoas, contando a História em Versos. Pelo Whatsapp, concedeu a seguinte entrevista para o Blogue do Ron Perlim. Confiram:

1. Como nascem Diversidades Poéticas?

[12:17, 01/11/2020] Mateus Cavalcanti: Diversidades Poéticas nasce da ideia de relatar a importância da relação entre poema e música na produção cultural e transmissão de valores.

[12:20, 01/11/2020] Mateus Cavalcanti: Comecei a escrever Diversidades Poéticas em fevereiro, no início do isolamento causado pela Covid-19. Em 16 de julho publiquei oficialmente a obra Diversidades Poéticas.

2. Do que esse livro fala?

[12:31, 01/11/2020] Mateus Cavalcanti: O livro.. Tive a inspiração de integrar religiosidade, temas culturais e sociais; porque religiosidade também é cultura e religião e arte fazem parte da formação social. O livro é formado por poemas, reflexões e artigos onde me refiro a diversos temas, respeito as diferenças, a importância de preservar as expressões culturais, temas sociais como as transformações tecnológicas, a consciência de preservação da ecológica, reflexões sobre a Covid-19 e propósito de valorizar as tradições da cultura alagoana e os artistas da terra.

3. Saiba mais sobre Mateus: 

3.1 - III Encontro de Escritores e Convidados;

3.2 - Canal do Mateus no Youtube;

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23 de set. de 2020

Rôndone Ferreira e a cerâmica indígena

 

Rôndone Ferreira e Ron Perlim 

Rôndone Ferreira é artista plástico colegiense. Além das telas já pintadas, ele também usa sua técnica para pintar a cerâmica indígena. Vejamos o que ele diz: “Cerâmica indígena. Prato pintado com motivo botânico. Flor Vitória Régia usando a técnica acrílica. Planta aquática, encontrada na bacia amazônica. Flor símbolo da Amazônia. A flor se abre a noite e libera um delicioso perfume adocicado”

O tamanho do prato que eu seguro tem 17 centímentros de circunferência.

Saiba mais sobre Rôndone visitando seu ateliê no Instagram: https://www.instagram.com/atelie.rondone/, mas se preferir, use o zap: 79 9.8842-6685.

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9 de set. de 2020

Orlando Santos

Orlando Santos
O entrevistado de hoje para fazer parte da seção O autor fala de sua obra é o artista plástico nascido na cidade de Porto Real do Colégio – Alagoas, mas radicado em Maceió Orlando Santos. A entrevista foi concedida via Whatsapp.

Por onde anda, leva sempre em suas telas e palavras o amor que tem por sua terra natal.

No ano de 2003 e 2004, contratado pelos governos municipal de Porto Real do Colégio e São Brás, ministrou a seguinte oficina: Descobrindo Talentos na cidade de Porto Real do Colégio. O objetivo dessas oficinas era resgatar talentos na cidade. Isso de fato aconteceu. Muitos foram revelados.

 

Como nascem suas telas?

 

[22:51, 08/09/2020] Orlando Santos Artista Plástico:Minhas obras são fruto da imaginação. Do talento e da inspiração que ora vaga num silêncio predominante que requer técnica e perícia funcional. A cada traço uma sinuosa forma que transforma a obra numa expressão linear e cúbica. 

 

Do que elas falam ou representam?

 

[23:01, 08/09/2020] Orlando Santos Artista Plástico: Minhas obras representam as cenas do cotidiano que envereda pelo mundo rural. Dando sempre a expressão comunicativa de um povo simples, trabalhador e humilde. Onde o trabalho chega a ser o insaciável ponto de partida para cada olhar atento na penumbra lógica da razão pela sobrevivência social. Estou sempre ligado ao meu povo ribeirinho tentando de certa forma resgatar minha cultura. E minha gente que .mas sinto pela distância. Por que aprendi a valorizar minha origem. E meu povo colegiense.

É bom saber:

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2 de set. de 2020

Dica de Autor - Edise

 

A Edise é a Editora do Estado de Sergipe. Foi ela quem publicou o livro Laura. Livro lançado no Museu da Gente Sergipana em 2012. Por isso, a #DicaDeAutor daquela casa editorial. Por isso, foi selecionado para você, caro leitor, links que tratam dos livros de Ron Pem para que você conheça seus livros. Aí vai:

Saiba mais acessando o site oficial do autor:

 
Ron Perlim

Projeto Leitura: A Arte de Contar História
Centro Educacional Profº. Ernani F. Magalhães. Ano de 2019. 
Porto Real do Colégio - Alagoas

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