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Mostrando postagens com o rótulo Curiosidades

Vossa Mercê

  As mercês eram privilégios que o rei dava a seus súditos como forma de remunerá-los pelos seus serviços. Essas benesses podiam ser terras, em forma de sesmarias, cargos na administração local, postos militares, hábitos nas ordens militares, entre outros. De modo geral, esses títulos dotavam os vassalos de status político e social de suas localidades. MARQUES, Dimas Bezerra et. al. História da escravidão em Alagoas: diálogos contemporâneos. Maceió: Edufal, Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2017. p.18.

Quem eram os tipógrafos

A arte da impressão envolvia uma série de conhecimentos diferentes: mecânica para as prensas, fundição para as ligas, fabricação de papéis, formulação das tintas, técnicas de encadernação, conhecimento de diagramação, arte, além de muita cultura, conhecimento de outras línguas e escritas. Por tudo isso, os impressores, calígrafos e escribas era pessoas muito especiais e de grande importância na sociedade europeia. Constituíam uma elite de intelectuais que trabalhavam com as tecnologias mais modernas da época e não paravam de inventar máquinas, materiais e processos de fabricação. Mas também eram mestres da estética, pois o desenho das letras exige vastos conhecimentos de arte, desenho, geometria e estética. Para finalizar, nossos heróis eram pessoas de grande cultura, pois falavam, escreviam e criavam letras em várias línguas e escritas, não raro idiomas extintos. Por tudo isso, muitas vezes até as leis eram “adulteradas” em benefício dos artistas da letra. A história de Francesc

Academia

Certa vez G. R. explicou ao filho Tatá (Ricardo Ramos) o porquê da sua ausência dos “quadros” da Academia Brasileira de Letras, alegando 3 motivos: 1º - Teria que  mendigar votos; 2º - Não sou de beijar mão e 3º - O fardão, sendo este, talvez, o  pior dos motivos. O fardão me lembra fantasia de guerreiro ou mateu; depois, ao vestir o fardão, eu me sentiria um século mais velho” (então riu demoradamente). KUMMER, Dídimo Otto. Pequeno Dicionário Graciliãnico: vol. 5 , Catavento, Maceió, 2001.

Cinderela das cinzas

Como naquela época não havia eletricidade, a menina vivia no fogão à lenha e na lareira, dia e noite, limpando as cinzas deixadas pelo fogo. É por isso que foi apelidada de Cinderela, nome que remete a cinzas. Outro apelido era Gata Borralheira, porque ela parecia uma gata, se metendo nos cantos da casa, fazendo limpeza, borrada de cinzas.  CANTON, Katia. Era uma vez Perrault . 1ª ed. São Paulo: DCL, 2005. p . 63.  

Jurupari ou Tupã?

Jurupari , o senhor do culto mais vasto, comum a todas as tribos, filho e embaixador do Sol, nascido de mulher sem contato masculino, reformador, de rito exigente e de precauções misteriosas, foi depressa identificado como sendo o Diabo. Cinquenta anos de catequese espalharam para Jurupari o renome satânico.   Além das crianças ensinadas das escolas, os catecúmenos, os índios de serviço, a população europeia, acordes em ver no velho deus indiano uma grandeza infernal, a multidão dos mestiços, mamelucos, curibocas, massa plástica, sugestionável e de imaginação ampla, divulgou o novo papel de Jurupari. No século XVII já o Filho do Sol, o Dona dos Instrumentos, o Senhor dos Segredos, evocado ao som dos maracás simbólicos, era, da cabeça aos pés e definitivamente, o Diabo, o Cão, o Belzebu, o Satanás, o Demônio. Achado o inimigo, faltava o aliado. Ao mesmo tempo que o combate se dava aos seguidores de Jurupari surgia um trabalho intenso e admirável para assimilação de um deus amera

As bacantes

Dionísio ou Baco Na região da Mesopotâmia, tivemos as Sáceas, festas inspiradas nas licenciosidades sexuais e na inversão de papéis entre servos e senhores. Na Grécia, foi oficializado, no século VII a.C., o culto a  Dionísio . Deus da transformação e da metamorfose, Dionísio era comemorado no início da primavera, quando sua imagem chegava a Atenas transportada por embarcações com rodas, com mulheres e homens nus em seu interior. Em terra, a procissão era acompanhada por um cortejo de ninfas e saudada em êxtase pela multidão de mascarados. A festa acabava no templo sagrado de Lenaion, onde se consumava a união de Dionísio com os fiéis, gerando abundância e fertilidade. Em 379 a. C., foram as bacanais romanas que marcaram época, data em que o culto a Dionísio chegava a Roma com o nome de Baco.  As bacantes , aos gritos de  [1] Evoi! Evoi!, por ocasião das orgias em homenagem a Evan, alcunha de Baco, cometeram tantos excessos que as Bacanais foram proibidas em 186 a. C. pelo Sena

A origem da expressão OK!

Andre Jackson A expressão “ O.K ” anda de boca em boca, significando que se compreende, resolveu, aprovou ou combinou alguma coisa. Entretanto, quantos conhecerão a origem da palavra “O.K”? Eis a origem: Andrew Jackson , aos treze anos, entrou para o exército americano e tomou parte em batalhas célebres das forças dos “Insurretos”. Tornou-se jurista, oficial superior, diplomata e político, chegando a ser da república norte-americana. Apesar disso, a sua ortografia deixava muito a desejar. Sem que ele esforçasse para corrigi-la. Conta-se que durante uma campanha , um ajudante de campo levou-lhe uma mensagem que de via ser por ele aprovada com as iniciais “ A, C” que correspondiam à fórmula clássica abreviada de “All Correct” isto é, “muito bem”, “está correto”. Jackson que devia traçar apenas duas letras “A, C”, aproveitou a oportunidade para perpetrar dois erros ortográficos. Com efeito “All Corect” pronunciou-se “Ol Korrect” e o