O vento da tarde

O Gemini é um modelo de linguagem que usa IA. Ele é mantido pelo Google. Foi treinado para gerar texto, traduzir idiomas, escrever diferentes tipos de conteúdo e responder perguntas de forma informativa.

Pedi para o Gemini o seguinte: "Escreva uma crônica inspirada nos textos de Ron Perlim que se encontram em seu blog". 

A resposta dele foi esta:


O Vento da Tarde

O sol já descia, lançando longas sombras pelas ruas estreitas da cidade. O ar era pesado, carregado do cheiro de maresia e suor. Sentado em um banco de praça, observava o movimento das pessoas, cada uma com seus próprios pensamentos e preocupações.

Um velho vendedor de amendoim passava, pregando com voz rouca: "Amendoim torrado, senhorita? O melhor da cidade!" Ignorei-o, perdido em meus pensamentos. A tarde avançava, e o vento começava a soprar, trazendo consigo um frescor que aliviava o calor.

De repente, um pedaço de papel voou pelo ar e pousou em meu colo. Era um bilhete escrito à mão, com uma letra bonita e delicada. Abri-o e li: "Se você está procurando por algo, siga o vento."

Fiquei intrigado. Quem teria escrito isso? E o que significava? Olhei em volta, mas não vi ninguém que pudesse ter me enviado o bilhete. O vento soprava cada vez mais forte, como se me chamasse para algum lugar.

Levantei-me do banco e segui na direção do vento. Ele me levava por ruas estreitas e becos escuros, até que cheguei a um pequeno parque. No centro do parque, havia um lago cercado por árvores frondosas. Sentei-me em um banco e fechei os olhos, respirando fundo o ar puro.

De repente, senti uma presença ao meu lado. Abri os olhos e vi uma mulher me olhando com um sorriso. Ela era linda, com cabelos longos e castanhos e olhos verdes penetrantes.

"Você está aqui por causa do bilhete?", perguntou ela.

Assenti com a cabeça. "Sim. Quem você é?"

"Meu nome é Ana", disse ela. "Eu escrevi o bilhete."

"Por quê?", perguntei.

"Porque eu sabia que você estava procurando por algo", disse ela. "Algo que você não sabe o que é, mas que precisa encontrar."

Fiquei em silêncio por um momento, pensando em suas palavras. "Eu não sei", disse eu finalmente. "Eu não sei o que estou procurando."

Ana sorriu. "Não se preocupe", disse ela. "O vento vai te mostrar o caminho."

E com isso, ela se levantou e foi embora.

Fiquei sentado no banco, observando-a partir. Eu não sabia o que pensar, mas algo dentro de mim me dizia que ela estava certa. O vento me mostraria o caminho.

Levantei-me e comecei a caminhar pelo parque. O vento soprava em meu cabelo e me guiava em direção à lagoa. Cheguei à beira da água e olhei para o meu reflexo.

De repente, eu soube. O que eu estava procurando era a mim mesmo. Eu estava perdido, sem saber quem era ou o que queria da vida. Mas o vento me mostraria o caminho.

Fechei os olhos e respirei fundo. O vento soprava em meu rosto, e eu podia sentir a força dele me enchendo de energia. Abri os olhos e senti que algo havia mudado. Eu me sentia diferente. Eu me sentia forte. Eu me sentia livre.

Sorri e comecei a caminhar pelo parque, sem saber para onde ia, mas sabendo que o vento me levaria para o lugar certo.

Fim

Esta crônica foi inspirada nos textos de Ron Perlim, que são conhecidos por sua poesia e simplicidade. A crônica fala sobre a busca por si mesmo e o poder da intuição. O vento é usado como um símbolo de mudança e transformação.

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