A última dor da existência

Todo suicida tem uma história. O suicídio nunca deve ser espiritualizado. o primeiro capítulo da história do suicida é a ansiedade. Aquela ansiedade que causa angústia, sofrimento e que está presente no cotidiano de quem sofre com isso. O segundo capítulo é a depressão. Um dos sinais visíveis da depressão é o choro sem motivo algum, isolamento, perda de prazer por coisas que a pessoa fazia normalmente. E por último, o suicídio que, segundo o Dr. Augusto Cury, "é a última dor da existência". Geralmente o suicida dar o seu SOS dizendo para parentes, amigos que vai se matar entre outros fatores. É preciso estar atento a tudo isso.

Publiquei em meu blogue este artigo de opinião sobre este assunto: Os


especialistas em suicídio
. Nele, critico as pessoas insensíveis e tolas que, ao invés de compreender essa condição da existência humana, preferi apedrejar como naquele episódio bíblico.

Bom seria que as pessoas lessem mais sobre este tema. Deixasse todas as amarras, especificamente as de caráter religioso. Entender que a espécie humana é doente e atrasada. Na música Onde Deus possa me ouvir, cantada por Vander Lee, ele diz:


“Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?

Morar no interior do meu interior

Pra entender por que se agridem

Se empurram pro abismo

Se debatem, se combatem sem saber”.

Então, é preciso sempre procurar se compreender e por em prática o sentimento de empatia.

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