4 de abr de 2013

A narrativa ficcional infantil e juvenil contemporânea


Mesa redonda
A convite da Diretora da Biblioteca Pública Infantil Epifânio Dória, profª. Sônia, participei como debatedor no dia 02 de abril na mesa redonda intitulada: Leitura e Aprendizagem: a narrativa ficcional infantil e juvenil contemporânea. Esse evento se deu por conta da programação especial alusiva ao mês do Livro Infantil em memória dos escritores Hans Christian Andersen, Monteiro Lobato e Epifânio Dória. O evento foi realizado na cidade de Aracaju – Sergipe.

A mesa, além de mim, foi composta pelo professor palestrante da Faculdade Pio Décimo M.Sc Manoel Messias Rodrigues do Curso Letras e pelo Profº. Dr. Ricardo Nascimento Abreu/BPED/Secult coordenando a mesa e a escritora Lilian Rocha.
Debatedor

O professor Messias se utilizou de uma linguagem clara e concisa para situar a história da literatura infantil, desde Hans Christian Andersen, Charles Perrault e outros até as obras contemporâneas, expondo as mudanças que houve relacionadas a contação de histórias para esse tipo de público. Destacou a importância da humanização que a literatura trás para a vida das pessoas, especificamente das crianças e sugeriu a importância de mediadores para o estímulo a leitura. 

A escritora Lilian Rocha, como debatedora, destacou que deveria existir uma maior quantidade de mediadores para que se proliferasse o hábito da leitura, deu ênfase às palavras do professor Messias quanto a humanização literária e partilhou experiências familiares relacionadas a leitura e a criatividade.
Encerramento do evento

Por último, opinei sobre os principais pontos mencionados anteriormente pelo professor Messias e a escritora Lilian Rocha. Sobre a humanização, destaquei a importância dos livros de ficção na vida das pessoas para que elas não se apeguem ao racionalismo, esquecendo-se de cultivar a inteligência emocional, sensível que nos transpõe para o outro, as suas angústias e temores. 

Quanto à leitura, opinei que o problema não é só de mediador, mas dos porquês. Destaquei que não adianta dizer para a criança, o adolescente, o jovem que “Ler é bom”, mas por que é bom? Para que serve a leitura de livros literários? 

O evento encerrou-se com as considerações finais relacionadas a duas indagações da plateia: uma sobre a participação da mídia no processo de leitura e outra a respeito da inspiração e uso das técnicas. 








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