Mostrando postagens com marcador Indigitar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indigitar. Mostrar todas as postagens

5 de out de 2013

Entrevistado pelo Divulga Autor




O blog Divulgar Autor, mantido pelas escritoras Jéssica Morgan (Medo da Verdade) e Roberta Kelly (A chave) mantêm a seção Um café e um livro. Concedi uma entrevista para elas. Visite o blog, confira a entrevista e deixe seu comentário.

Nela, discorro sobre a importância da leitura na formação do escritor, o conceito de inspiração,  as dificuldade sobre a distribuição e divulgação. Encerro a entrevista falando sobre o livro A menina das queimadas, os objetivos alcançados e o que desejo para aqueles que lerem o livro.
Leia Mais ►

1 de out de 2013

Por que conhecer mitos brasileiros

Agora você está entrando no mundo dos mitos. Mas o que são mitos?

São figuras criadas pela imaginação de um povo, que não existem na realidade.

Os mitos são encantados, eles têm poderes mágicos que as pessoas comuns não têm. Com sua magia, podem fazer o bem, fazer o mal ou simplesmente assustar as pessoas para se divertir à custa delas. A maioria dos mitos usa seus poderes para castigar o que é considerado do mal e recompensar o que é considerado do bem.

Um mito pode assumir forma de gente, animal, objeto e até planta, montanha ou rio. Alguns podem mudar de forma dependendo da ocasião, outros podem ter forma mista, por exemplo metade gente, metade animal.

As histórias que são contadas a respeito dessas figuras chamam-se lendas. O conjunto dos mitos e das lendas de um povo chama-se mitologia.

Em sua mitologia, os povos falam de seus sentimentos e de seus costumes. Falam do que acham certo ou errado, do que deve ser castigado ou recompensado. Histórias mágicas de vingança, castigo ou recompensa se misturam a acontecimentos reais, como por exemplo grandes secas, guerras ou enchentes.

A mitologia brasileira é formada principalmente por elementos indígenas, africanos e portugueses. Saci, lobisomem, caipora, curupira, mula-sem-cabeça são mitos brasileiros. Sua aparência e as lendas sobre eles variam de uma região para outra e de uma época para outra, pois vão se modificando à medida que são contadas de boca em boca.

Noa mitos brasileiros estão nossas tradições, nossa história, os sentimentos que fazem parte da nossa formação. Conhecendo nossos mitos, você poderá contá-los para seus amigos e, mais tarde, para seus filhos. Conhecer e transmitir nossos mitos para os outros é o único jeito de não deixar que eles morram.

STAHEL, Mônica. Um saci em meu quintal: mitos brasileiros. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
Leia Mais ►

9 de jul de 2013

O blog Entre Páginas de Livro resenha o livro A menina das queimadas

Hoje eu não irei fazer uma resenha do livro que li, e sim uma análise expondo a minha opinião e explicando a história. Isso porque a obra é pequena e com uma narrativa bem simples, de modo que se eu aprofundar acabo falando tudo e soltando spoilers. Então vamos com calma para você conhecer um pouco o que há por trás das páginas do livro A Menina das Queimadas do autor Ronaldo Pereira de Lima.
A Menina das Queimadas é uma criança que vivencia as dificuldades enfrentadas pela população brasileira entre as décadas de 30 e 40. Tudo é narrado através da protagonista, Zélia de Oliveira Rocha, e os fatos são verídicos. Em apenas 52 páginas, conhecemos muito sobre a infância e adolescência da Zélia.
Logo nas primeiras páginas, somos apresentados a dificuldade da protagonista em estudar. Naquela época, os alunos eram mais aplicados e respeitavam muito a professora que em muitas vezes os colocavam de castigo. Zélia teve que conciliar os estudos em cuidar dos irmãos e ajudar no sustento da família. Por isso, muitas vezes ela vendia doces, chamados queimadas e faltava as aulas para cuidar dos irmãos, que eram muitos.
Nas décadas de 30 e 40 não havia uma boa energia elétrica, muito menos uma medicina avançada no Brasil, a saúde era precária e por conta disso muitas pessoas morriam por falta de médicos. O namoro era algo mais sério, um beijo no rosto já é capaz para que uma menina ganhe má fama. As famílias eram mais numerosas e todos trabalhavam desde cedo para ter o seu sustento. Tinham também as rezadeiras e os costumes populares. Tudo isso e outras questões são abordadas e vivenciadas pela menina das queimadas.
A narrativa lembra muito livros de contos e muitas vezes fiquei imaginando a minha vó narrando todas aquelas histórias. A linguagem é muito simples e até mesmo informal, mesmo porque a educação naquela época era precária e o autor transmite muito bem isso, assim como os costumes e valores. Se formos parar para refletir: muitas coisas mudaram, para o bem e para o mal.

A diagramação do livro é simples, porém completa; contendo sumário, páginas amarelas, nome do livro e do autor no canto das páginas juntamente com a numeração. A revisão ficou boa, o único problema é o espaçamento entre algumas palavras. Além disso, encontramos no final do livro um glossário para auxiliar a leitura.
Gostei muito do livro, devorei ele em poucos minutos e reli duas vezes fazendo diversas anotações que eu achei interessante. A maneira que o autor escreve é viciante e instigante, um verdadeiro diferencial para histórias do gênero. Também aprendi algumas informações que acabam perdidas na história, sendo resgatadas por pessoas que já vivenciaram essa experiência. Vale a pena conhecer a história de Zélia, que batalhou por seus ideais mesmo diante das dificuldades. Fica a dica, dê uma chance a um livro diferente que vai acrescentar pelo menos um pouco em seus conhecimentos.

FORTUNADO, Caíque. A Menina das queimadas. http://www.entrepaginasdelivros.com/2013/06/resenha-menina-das-queimadas.html. Acesso em 30/06/2013.
Leia Mais ►

26 de out de 2012

O Eleitoral


O Eleitoral é um blog de crônicas políticas, onde o autor publica todos os meses. As crônicas nele publicadas diferem das demais porque não se prende a comentar vários assuntos abordados pela grande mídia, nem o estardalhaço que essa costuma fazer quando surge algum escândalo de corrupção.

Esse blog tem como finalidade demonstrar os vários aspectos do comércio eleitoral das cidadezinhas, as suas manifestações políticas e a maneira como os políticos são vistos pelos eleitores.

Essas crônicas também foram publicadas no jornal online Tribuna da Praia, onde fui colunista por mais de sete anos. Foi a partir desse sítio e desse blogue que se originou o livro Viu o home? 

  A publicação destas crônicas será atualizada mensalmente. Espero que vocês participem com comentários e sugestões.
Abaixo, segue uma lista delas:
  1. Os prefeitos, a folha paralela e os cognatas;
  2. Creditados;
  3. Possuídos pela barganha;
  4. Reeducação política;
  5. Os homens de bem e a política;
  6. Senado do povo, como povo;
  7. O vendedor de cocadas;
  8. Base mal aliada;
  9. Arruda, as cueacas e as meias;
  10. Voto não é mercadoria;
  11. Não seja parceiro da corrupção;
  12. Andando de lancha;
  13. A espera de um candidato;
  14. Receitas A4;
  15. Fundo de quintal;
  16. Mazela eleitoral;
  17. Tucanada raivosa;
  18. Malditas picuinhas;
  19. Ladinos;
  20. No Alto do Cariri;
  21. O vilão;
  22. Utopia e covardia;
  23. Lamentações sem Jeremias;
  24. Cãomício;
  25. Deseducação Política
  26. O menos pior ou quem dar mais
  27. Dualismo;
  28. Dualismo entre as vassouras;
  29. Irmã da covardia;
  30. As redes sociais e o fazer político;
  31. Harmônicos entre si;
  32. A presença.;
  33. A merenda que não estar nas escolas;
  34. Isso é um sonho;
  35. A Lei da Ficha Limpa, os laranjas e os cognatas;
  36. Este ano é mais um ano eleitoral;
  37. Papagaios midiáticos;
  38. O poder que elege;
  39. Decadentes;
  40. Para professor? Não tem dinheiro;
  41. É em casa que se aprende a barganhar;
  42. A historinha é essa; 
  43. Professores e educadores; 
  44. Língua Solta;
  45. Maria não vai com as outras; 
  46. Sabujos Rabujos; 
  47. Ele se acha; 
  48. Existem dois tipos de corrupção; 
  49. Molhando a mão; 
  50. Laço do passarinheiro; 
  51. Mil blocos logo no início;  
Leia Mais ►

1 de ago de 2012

Identidade Alagoana


O site Identidade Alagoana publicou a crônica O poder que ele de minha autoria. Ele surgiu em janeiro de 2007 e tem como objetivo divulgar bens culturais do Estado de Alagoas na literatura, celebrações, lugares, músicas e outros. Para os seus idealizadores o que importa é a comunicação social.

O site é composto de quatro integrantes: Diego Marcel, estudante de Engenharia Ambiental pela Unifal (Faculdade Figueiredo Costa). É o coordenador artística do site.; Idson Pita é formado em Turismo pelo CEFET/AL ( atual IFAL). É o coordenado Comercial; João Paulo Torres, estudante de Webdesigner, pela Faculdade de Alagoas - FAL Estácio é responsável pelo layout e Nereu Ventura, servidor público da Eletrobrás, cursou Administração de Empresas por três anos na Ufal.

A missão da Identidade Alagoana é esta: “Apoiar e promover ações que facilitem o acesso ao conhecimento da cultura alagoana como um todo”.
Acesse este espaço interessante e conheça Alagoas de outra maneira.
Leia Mais ►

6 de jun de 2012

Concursos Literários


Rodrigo Domit é natural de Curitiba e radicado no Rio de Janeiro. Escreve contos e poesias desde 2003. É autor dos livros de contos Vem cá que eu te conto (2010) e Colcha de Retalhos (2011). Já foi selecionado em vários concursos literários, dentre eles: Luiz Vilela (Contos - 2007), Helena Kolody (Poesias - 2008 e 2009), Prêmio SESC (Livro de Contos - 2008), Poemas no Ônibus (Poesia - 2010 e 2011), Prêmio ler&Cia (Contos - 2011); Prêmio Utopia (Livro de Contos - 2010), Prêmio Cidadão (Poesia - 2011) e do Concurso Machado de Assis (Contos - 2011). Rodrigo Domit é um dos administradores do blog Concursos Literários cujo objetivo é ampliar e democratizar o acesso aos editais e resultados de concursos literários.

Leia Mais ►

4 de jun de 2012

Simone Moura Mendes


Nascida em Maceió/AL, Analista Judiciário do TRT da 19ª Região, com formação superior em Administração de Empresas e Direito; Especializada em Direito Material e Processual do Trabalho pela ESAMC. Autora de dois livros de poesias: Incógnita, 1997, e Eu mesma... nua, 2011; uma das organizadoras da antologia poética do TRT19 "Justiça à Poesia", da qual também, participa; contribuiu com várias antologias poéticas; participa, com a crônica "Imagem e ação nos EUA", da coletânea "Cronistas Internautas", lançada na Fliporto 2011, pelas Edições Bagaço. Membro honorário da Real Academia de Porto Alegre. Laureada com a Comenda "Dama Grã-Cruz"... Esposa e Mãe, feliz!

Desrição do blog Uma vida em Poesia, de Simone Moura e Mendes

A poesia me encontrou. Encontrei-me na poesia! Concedo-lha portentosas asas para alçar longínquos voos e disseminar sonhos nos corações cúmplices e sensíveis. Que ela logre fabulosos rasantes em vastos mundos prenhes de luz e encontre, por fim, felizes e aconchegantes moradas em almas renovadas.
Leia Mais ►

2 de jun de 2012

Casa de Autores

Alexandre Lobão, nascido no Rio de Janeiro, é um dos escritores do Instituto Casa de Autores (www.CasaDeAutores.org), ONG criada para estimular a leitura no Brasil. Com uma produção eclética, publicou um romance (“O Nome da Águia” – http://www.ONomeDaAguia.com ), um livro de contos (“A Caixa de Pandora e outras histórias”), um infanto-juvenil (“Uhuru”) e um livro infantil (“A Verdadeira História de Papai Noel”), além de participar em diversas coletâneas. Seus contos foram premiados no concurso "Monteiro Lobato", em 2004, no concurso “Machado de Assis”, de 2006, e no concurso “FC do B”, de contos de Ficção Científica, nas edições de 2007, 2009 e 2011.

Programador de jogos de computador, o autor escreveu também diversos livros técnicos sobre o assunto - cinco livros para o mercado americano e um para o mercado brasileiro.

Além de literatura, Alexandre transita em outras mídias, tendo produzido diversos roteiros para quadrinhos, desenhados por artistas de diversas partes do país, e roteiros para cinema e animação. Seu roteiro mais recente, “X”, ficou em primeiro lugar na V Mostra Competitiva de Vídeos do Interior São Paulo.

Seus trabalhos, incluindo informações para imprensa e sobre livros em produção, podem ser conferidos em http://www.AlexandreLobao.com , e em seu blog com dicas para escritores, em http://dicasdoalexandrelobao.blogspot.com .
As dicas do autor podem também ser seguidas no twitter, em http://Twitter.com/AlexandreLobao.
Leia Mais ►

Cleberton Santos

Cleberton Santos nasceu em Propriá – SE, em 14/05/1979, onde ganhou seu primeiro prêmio literário no Concurso de Poesia Falada e depois disso não parou mais. Sua carreira literária decolou, e já recebeu vários prêmios entre eles, o Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima, daAcademia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro, 2002). Publicou os livros de poesiaÓpera Urbana (MAC, 2000) e Lucidez Silenciosa (2005, Prêmio Banco Capital de Literatura / Salvador). Recebeu o Prêmio Waly Salomão de Poesia, da Academia de Letras de Jequié (Bahia, 2006). Publicou nas revistas iararana (BA), Poesia Sempre (RJ) entre outras.


Edita o blog Palavras de Cleberton Santos:http://clebertonsantos.blogspot.com/
Leia Mais ►

27 de mai de 2012

Epiffânia

Arianne Carla nasceu em Recife, estado de Pernambuco. Desde pequena era dotada a escrever e ler com bastante frequência. Em 2011 criou seu primeiro blog e iniciou sua estrada (amparo) literária. Estudante de Jornalismo e Comunicação Visual, ela também é estudante de Música – Piano. Um dos seus objetivos é estimular a leitura no Brasil, e apoiando-se disso, é fundadora do projeto Blogueiros Literários. Esse projeto foi criado para divulgar blogueiros que possuem escritas literárias e que merecem uma atenção especial dos brasileiros. Atualmente, Arianne reinaugurou o Clube da Leitura, do Recife e pretende com ele instigar estudantes ao hábito de ler e ver como é bom ter um livro nas mãos.

Suas influências são: Clarice Lispector, Caio Fernando Abreu, Jane Austen, Anaïs Nin, Carlos Drummond de Andrade e Machado de Assis, porém, seus escritos são autênticos e de escrita singular.  Diz que suas inspirações vêm junto com a música ou em pequenos momentos que percebe no dia-a-dia. Pretende publicar livros e viajar muito. “Quero engrandecer cada dia mais o meu Deus e amar cada vez mais a literatura”.

“Sou movida por pequenos detalhes da vida. Gosto do romance, das aventuras, dos momentos de risadas e me considero bastante chata, mas quando me entrego é de corpo e alma. Fico perdida quando não sou correspondida. É uma sensação prazerosa, acho que é amor, quando me envolvo nos lençóis da cama e ouço a chuva cair. Me incorporo nos personagens e tento deixa-los sob o comando a todo momento. Admito, às vezes me sinto perdida no próprio português e peco, mas ele ainda confia a mim a sensibilidade de escrever. Meu coração já se apaixonou muitas vezes, porém, ele só abriu a porta para um. Das outras vezes eram as janelas abertas. Sentir ciúmes e amar demais são umas das minhas fraquezas. Livros são meus companheiros, papéis são meus confidentes e o coração poeta é o amante. Já o trai muito, mas ele continua batendo e me dando a chance de viver. Fazer diferente”.

Conheçam o blog Eppifânia e se deliciem com textos contemporâneos nele encontrados.
Leia Mais ►

Coisas da Vida

Fernanda Rodrigues sempre gostou de escrever, embora tenha começado a levar o ofício a sério em 2006, quando começou a escrever poesias e publicá-las em seu primeiro blog: o Escritos Humanos. Desde pequena quis ser professora e – ainda que tenha pensado em cursar Filosofia ou Geografia - seu amor pelas línguas a levou ao curso de Letras. Trabalha como coordenadora pedagógica de projetos sociais em uma ong, mas já foi educadora em um projeto de informática e cidadania em que pôde aprender muito com os seus educandos. Destes e de outros aprendizados, nasceu o seu segundo blog (agora em prosa): o Algumas Observações. Talvez esta seja uma característica marcante da autora: mesmo quando ela parece distraída ela está observando o mundo que a cerca.

Chocolatólatra por natureza, não rejeita a iguaria – ou nada que seja feito com ela - principalmente se for do tipo meio amargo. Nas horas livres gosta de ouvir música, seja ela nacional ou não. É apaixonada pelos Backstreet Boys, pelo U2, pelo Gavin DeGraw e pelo Capital Inicial; embora, de um tempo para cá, tem ouvido de tudo: desde o pop à MPB, passando pelo rock, pelo jazz, pelo country, pelo folk e pelo blues. Ainda durante o tempo livre, gosta de jogar conversa fora com os amigos (seja pessoalmente ou pela internet, não perde a chance de “bater uma prosa”); e de ir andar na Av. Paulista, ver os transeuntes, entrar nas livrarias, exposições, pegar um cineminha e tomar um bom café!!!

Como todo mundo ligado às Letras, gosta de ler e não dispensa a oportunidade de ter um bom livro nas mãos. Ainda que seus amigos mais próximos digam que ela é avessa à best sellers, ela não perde a chance de ler todas as palavras que surgem diante de seus olhos. Ama as obras escritas pelo Pablo Neruda e pelo Vinicius de Moraes, se encontrou na literatura do Leste Europeu e ao estudar as obras de literatura infantil viu-se completamente apaixonada por elas. É autora das obras infantis O Cadarço da Lilica e de Getting to know the Zoo.

Adora cachorros, já teve vários peixinhos e uma tartaruga; todavia, se pudesse escolher um animal de estimação, teria um gato. Tem vontade de conhecer o mundo, de falar mais línguas (além do português, do inglês e do espanhol) e de fazer um curso de fotografia. No mais, é perfeccionista, fiel, sonhadora, forte, emotiva, sincera, poeta... Enfim, muitas em uma só mulher, todas em uma só autora!

Leia Mais ►

Sonho de Uma Flauta

Iorgama Porcely dos Santos Silva é natural de Junqueiro, Alagoas. É membro do site Escritores Alagoanos e nele publica contos, crônicas, poesias e outros. Mantem o blog O Sonho de Uma Flauta onde há textos que merecem uma ancorada por ser muitas vezes surpreendente pela forma como várias situações neles são abordadas.
Essa estudante de Ciência da Computação, assim se define:
Sou como uma borboleta porque agora que sai do meu casulo, gosto mais de mim mesmo, das minhas cores, do meu tamanho, das minhas asas, de explorar o mundo!
Visitem O Sonho de Uma Flauta e voe com essa bela borboleta e boa leitura.
Leia Mais ►