17 de jun de 2018

Alunos conhecem a Pedra do Meio

Pedra do Meio no fundo

Os alunos da Escola Municipal  Joaquim  Gonçalves de  Sá, localizada no povoado Caraíbas na cidade de Canhoba, Sergipe, leram o livro O povo das águas. Encantados com a história, eles queriam conhecer a Pedra do Meio, onde era presidido o Conselho do povo do rio. Para isso, eles foram à cidade de Porto Real do Colégio acompanhado da professora Rose Nunes e da diretora escolar Anacler e lá, estiveram com o escritor Ron Perlim que os conduziu pela Pça. Rosita de Góes Monteiro até chegarem no Porto da Delegacia para avistarem a Pedra. Desceram até às margens do rio e contemplaram o estado melancólico em que se encontra o nosso amado Chico. O momento foi oportuno para falar mais sobre as personagens do livro e mostrar-lhes a importância da preservação do meio ambiente. 

Um dos alunos disse: "Queria ver o Nego d'Água e a Alma Penada". O escritor Ron Perlim respondeu: "Se você tivesse trazido o livro, você e seus coleguinhas viriam o Nego d´Água e os demais seres".
A visita não foi mais intensa  porque não havia pescadores disponíveis para conduzir os alunos, a professora e o escritor até a Pedra do Meio.

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28 de mai de 2018

As bacantes

Dionísio ou Baco

Na região da Mesopotâmia, tivemos as Sáceas, festas inspiradas nas licenciosidades sexuais e na inversão de papéis entre servos e senhores. Na Grécia, foi oficializado, no século VII a.C., o culto a Dionísio. Deus da transformação e da metamorfose, Dionísio era comemorado no início da primavera, quando sua imagem chegava a Atenas transportada por embarcações com rodas, com mulheres e homens nus em seu interior. Em terra, a procissão era acompanhada por um cortejo de ninfas e saudada em êxtase pela multidão de mascarados. A festa acabava no templo sagrado de Lenaion, onde se consumava a união de Dionísio com os fiéis, gerando abundância e fertilidade. Em 379 a. C., foram as bacanais romanas que marcaram época, data em que o culto a Dionísio chegava a Roma com o nome de Baco. As bacantes, aos gritos de [1]Evoi! Evoi!, por ocasião das orgias em homenagem a Evan, alcunha de Baco, cometeram tantos excessos que as Bacanais foram proibidas em 186 a. C. pelo Senado Romano. Como a proibição não vingou por muito tempo, as Bacanais voltaram com mais vigor ainda no tempo do império.


SILVA, René Marc da Costa et. all. Cultura Popular e Educação. Salto para o Futuro. TV Escola. SEED. MEC, Brasília, 2008. p. 96


[1] Evoi! Evoi! – origem do grito carnavalesco Evoé!
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2 de mai de 2018

Duvide. Critique. Determine.


Todo ser humano (...) deveria aprender a fazer higiene mental tal como faz a higiene bucal. Como? Todos os dias, em silêncio mental, deveria aplicar a técnica DCD (Duvidar, Criticar e Determinar).

Deveria duvidar de tudo que o controla, pois aquilo em que crê a controla. Duvidar do controle do medo, da autopunição, do sentimento de incapacidade, de não dar conta de tanta responsabilidade, de que seus filhos não desenvolverão uma personalidade saudável. Deveria ainda, criticar sua baixa autoestima, sua fragilidade, seus pensamentos asfixiantes, o conformismo e as falsas crenças. Deveria também, para completar a técnica DCD, decidir a cada momento ser livre, seguro, leve, relaxado, gestor de sua mente.

A técnica DCD pode ser feita espontaneamente todos os dias, por três ou quatro minutos a cada vez. O ideal é que seja realizada antes de sair de casa e logo ao deitar na cama. Iniciar e finalizar o dia com higiene mental relaxa, acalma, debela nossos predadores mentais, reedita nossa história.

Se todos os dias as crianças, os jovens e os adultos em todas as nações fizessem essa técnica disciplinadamente, evitaríamos centenas de milhares de suicídios e milhões de outros transtornos emocionais por ano. A técnica DCD é revolucionária.


Fonte: CURY, Augusto. 20 regras de ouro para educar filhos e alunos: como formar mentes brilhantes na era da ansiedade. 1 ed. São Paulo: Planeta, 2017. pp. 160-161. 
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26 de abr de 2018

Tem que ter uma ruptura


Ele estava em minha frente, sentado, e com um livro a sua esquerda. Como a mente não aprecia a solidão, foi logo conversando uma coisa ali, outra acolá. Nisso, tocou em política. Política é um assunto que ultimamente muita gente não tá sabendo conversar, outras estão enojadas e mais outras preferem não opinar.

Iniciou a sua fala pregando a ruptura, ou seja, regime militar. Para ele seria o ideal para a ocasião; mas sem convicção formada. Era mais um dizendo as coisas pela força da revolta. Quando ele repousou a língua, eu tomei a palavra e lhe disse: Não acho que a ruptura seja uma boa ideia. Ele me interrompeu. A sua língua repousou novamente. Ai eu continuei: Quero dizer a você porque discordo, não relatando fatos históricos; mas o que vivi quando criança. Quando eu e os amigos brincávamos na rua, tinha um delegado que, quando apontava na esquina, a gente já sabia: tinha que pegar a bola e correr. Sabe por quê? Porque era costume dele cortar ao meio as nossas bolas com uma faca.

Não tendo o que dizer, mudou de assunto. Disse que esteve na Caixa outro dia e viu os servidores de barbicha, cabeleira e tatuado. Para ele, aquelas pessoas não deveriam estar ali. Elas não estavam de acordo, apresentável. A minha resposta foi esta: Estamos em outro tempo. As coisas e as pessoas mudaram. Ele insistia que aqueles servidores não estavam apresentáveis, que deveria acontecer uma ruptura.

Em seguida, fez duras críticas aos alunos da rede pública e os qualificou como maconheiros, que não tavam nem aí para os estudos e que fazia medo até aos professores. Para ele, era necessária a presença da polícia nas escolas para coibir o mal que está se alastrando pelo país.

Reclamou que a família estava desestruturada e que não era obrigação da escola educar. A escola era um mero passador de conteúdo. Apegou-se a isso, desconsiderando a formação social do nosso país de abandono e exclusão.. Exaltou a educação no tempo do regime, mas eu não dei importância para isso. Eu sabia que o regime não foi grande coisa na educação.

De face atordoada, ele se foi. Quase era atropelado por uma bicicleta. Disse impropérios ao ciclista e finalmente sumiu da minha vista, ao virar na esquina.

Falou muito. Ouviu pouco. Pensa menos.



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14 de abr de 2018

Fonte original de saber

"Cada ser humano é um eixo de interações de ensinar-aprender. Assim, qualquer que seja, cada pessoa é em si mesma uma fonte original de saber e de sensibilidade. Em cada momento de nossas vidas estamos sempre ensinando algo a quem nos ensina e estamos aprendendo alguma coisa junto a quem ensinamos algo. Ao interagir com ela própria, com a vida e o mundo e, mais ainda, com círculos de outros atores culturais de seus círculos de vida, cada pessoa aprende e reaprende. E, assim, cada mulher ou homem é um sujeito social de um modo ou de outro culturalmente socializado e é, portanto, uma experiência de sua própria cultura.
SILVA, René Marc da Costa. Cultura Popular e Educação: Salto para o Futuro. Tv Escola. SEED. MEC. Brasília, 2008. p. 33
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25 de fev de 2018

Bença


A gente vinha de Aracaju. Eu estava cansado, mas o jeito agradável de minha mulher me mantinha atento ao ir e vir da rodovia. Nos aproximamos de uma cidade, cujo nome não me recordo. A primeira coisa que avistamos após a lombada foi um aglomerado de barracas disformes. A frente delas os afrodescendentes vendiam milho cozido e assado. 

Minha mulher me olhou e disse: 

— Me deu uma vontade de comer milho!

Eu estacionei o carro e logo fomos atendidos por uma senhora simpática que nos chamou de “bença”. Essa era a maneira de ela se aproximar dos clientes. Eu era uma bença e todos os que compravam a ela eram também. Enquanto eu pensava nisso, minha mulher gracejava com a vendedora. Esta, graciosa que era, estava de olho na freguesia e, para não perder tempo foi direta:
— Bença, faço três espigas por cinco reais.
Minha mulher não fez objeção. Aceitou a proposta dela. Quando estávamos prestes para irmos embora, ela fez uma pausa e disse:

— Minha bença, voltando-se para a minha mulher.
 — Da próxima vez eu vou dar uma espiga ou uma aguinha ao motorista.

Minha mulher não aguentou. Olhou para mim, riu gostosamente e lhe disse:

Mulé, não é preciso não. Ele não é motorista não. É meu marido, rindo de mim.

Bença ficou descabreada, mas percebeu que eu não tinha me importado com o que ela disse. Para mim agradar, desfazendo aquele mico, ela insistia em me dar um agrado da próxima vez que parássemos na barraca dela, argumentando que era costume fazer isso com todos os motoristas. Ela só me via como motorista. Tentei compreendê-la. Imaginei que havia por trás disso uma explicação. Aí, perguntei-lhe:

— Por que a senhora faz isso com todos os motoristas?

Ela me surpreendeu, respondendo:

— Sabe por quê? Porque os motoristas só assim vão parar na minha barraca. É pra bater na concorrência. Eu dou milho e aguinha pra eles, tocando no braço de milha mulher, completando: — Nenão Bença!

Aí, eu completei:

— Quer dizer que eu tenho a cara de motorista?

Ela olhou pra minha mulher. Minha mulher olhou pra mim e todos riram.

Todas as vezes que a gente passa pela BR-101 e nos aproximamos de quaisquer barracos, nos lembramos de Bença, do seu modo inteligente de ganhar a vida.

Da última vez que estivemos por lá, não a vimos. Talvez estivesse doente. Talvez tivesse ido para outros lugares expandir seu comércio, ido embora ou até falecido.
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17 de fev de 2018

O que é um bom livro?


Mário Sérgio Cortella
Mas, o que é um bom livro? A subjetividade da resposta é evidente. No entanto, é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que te emociona, isto é, aquele que produz em ti sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, te afeta e impede que passa adiante incólume.

A emoção do bom livro é tão imensa que se torna, lamentavelmente, irrepetível. Álvaro Lins, crítico literário pernambucano (...) fez uma reflexão no Notas de um diário de crítica que expressa uma parte dessa contraditória agonia: "Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte".

CORTELLA, Mário Sérgio. Não nascemos prontos!: provocações filosóficas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
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8 de fev de 2018

Ron Perlim participa de reunião sobre a Bienal do Livro do BSF

O escritor Ron Perlim esteve no Sebrae no dia 07 de fevereiro de 2018, em Aracaju/SE, acompanhado de sua esposa e de membros da Academia Proprianse de Letras (Amorim, Geraldo, Ana Campos e Jane Nascimento) para tratar da Bienal do Livro do Baixo São Francisco, que será sediada na cidade de Propriá. A reunião foi bastante proveitosa, ficando ele em nome do Centro Cultural de Propriá/SE, responsável pelo rascunho do projeto para Virgínia e Júlia, representantes do Sebrae.


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9 de jan de 2018

A origem da expressão OK!

Andre Jackson

A expressão “O.K” anda de boca em boca, significando que se compreende, resolveu, aprovou ou combinou alguma coisa. Entretanto, quantos conhecerão a origem da palavra “O.K”? Eis a origem:Andrew Jackson, aos treze anos, entrou para o exército americano e tomou parte em batalhas célebres das forças dos “Insurretos”. Tornou-se jurista, oficial superior, diplomata e político, chegando a ser da república norte-americana. Apesar disso, a sua ortografia deixava muito a desejar. Sem que ele esforçasse para corrigi-la. Conta-se que durante uma campanha , um ajudante de campo levou-lhe uma mensagem que de via ser por ele aprovada com as iniciais “ A, C” que correspondiam à fórmula clássica abreviada de “All Correct” isto é, “muito bem”, “está correto”. Jackson que devia traçar apenas duas letras “A, C”, aproveitou a oportunidade para perpetrar dois erros ortográficos. Com efeito “All Corect” pronunciou-se “Ol Korrect” e o ilustre general escreveu as duas letras tal como a pronunciava: “O.K” e assinou. Desse modo, a fórmula “O.K” tinha nascido. O exército, por pilhéria, adotou-a. E ela subsistiu até hoje, espalhada pelo mundo inteiro.

Novíssima Tira Dúvidas do Estudante. Fale & Escreva Corretamente. Editora do Estudante, s.n.t. p. 04.


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31 de dez de 2017

O que disseram do livro O povo das águas

Gentilmente alguns leitores comentaram sobre o livro O povo das águas. Em forma de gratidão, o Blogue do Ronperlim reproduz esses comentários fechando o ano de 2017.

"Vc está de parabéns, meu amigo! Seu livro é espetacular!
De uma leitura envolvente. Me identifiquei com Cíbar por ser a voz que não é ouvida. A delicadeza dos detalhes das figuras mitológicas é perfeita e apaixonante. Que Deus abençoe o nosso velho e bom Chico. Parabéns! Recomendo a todos. Belíssima obra!".
(Servidora pública, estudante de Direito, P. R. do Colégio/AL)

"Livro MUITO bom, li em 1 dia, misturando fantasia com realidade e nos fazendo refletir em relação ao nosso Chico. Parabéns Ron Perlim, mais 1 trabalho maravilhoso".
(Estudante do Ensino Fundamental, P. R. do Colégio/SE)


 “Foi uma leitura extremamente linda. É ótimo ver como Ron conseguiu escrever sobre um assunto tão fantástico e conseguiu fazer com que eu imaginasse a cada cena, senti-me cada vez mais interessada em conhecer Cíbar e o conselho das águas. Um livro cheio de imaginação e até mesmo de uma lição ao terminarmos de lermos”.
(...)
“Recomendo esse livro para quem gosta de uma fantasia em rios, um envolvimento até mesmo com a política, de como os deputados tratam as outras pessoas, e principalmente para quem curte água, tive a sensação de que estava sempre junto de Cíbar e torcendo”.
Morgana brunner
(Cursa a Faculdade de Letras. Blogue Segredos Literários, RS.)

 “Seu livro é muito bom! Parabéns! Acabei de ler. Bom enredo, boa mensagem. Estou gratificado. Um livro útil e que vai, espero ser eterno. Ganhar prêmios”.
(...)
“O Povo das Águas é um livro que encanta, desde o curumim das escolas primárias ao pajé das universidades. Desde o caboclo de poucas letras ao intelectual cheio de sabedorias. Acho que deveria ser adotado como leitura obrigatória para todo mundo”.
(Escritor. Academia Sergipana de Letras, Aracaju/SE)


"O rio São Francisco está morrendo todos os dias, nós mortais e acomodados presos em nossas matrix, o vemos definhar pelas telas dos celulares como se essa realidade não existisse. Em resposta aos gemidos agonizantes, seres míticos movimentaram a imaginação de um escritor e em resposta nasceu "O povo das águas "UMA BELA AVENTURA".
Rose Nunes
(Professora, Cedro de São João/SE)

Saiba mais acessando: www.sites.google.com/view/opovodasaguas

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17 de dez de 2017

Relançamento do livro O povo das águas em Propriá/SE

Aconteceu no dia 16/12/2017 o relançamento do livro O povo das águas na cidade de Propriá - Sergipe. Na ocasião, o presidente do CCP (Centro Cultural de Propriá) fez algumas considerações sobre a importância do evento no Baixo São Francisco.

O escritor Ron Perlim falou da importância do livro, contextualizando-o a realidade penosa do Rio São Francisco. Para isso, ele utilizou os mitos e as lendas para representar a voz do povo ribeirinho que sofre quando presencia todos os dias o assoreamento se espalhar pelo corpo do rio.

Repórter Oliveira Neto

Entrevista para o Programa Mais - Rádio Jornal 540 AM

Ron Perlim fala para o público











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30 de nov de 2017

Livro O povo das águas


Vá ao site da Editora Penalux. Baixe o primeiro capítulo do livro O povo das águas (amostra grátis) e conheça o mundo fantástico dos mitos e lendas do São Francisco. Saiba como eles se mobilizaram em defesa do Velho Chico. Você adentrará numa história nunca contada!
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27 de nov de 2017

O lugar da ética nos escritores


 O significado primeiro da palavra étca (ethos)é caráter. Caráter, quem vem do latim, era o nome dado ao ferro de marcar e era, por extensão, marca, figura ou signo que se imprime ou esculpe em uma coisa, e também sinal, estilo, forma particular de qualquer sistema de escritura. Ensinar, por sua vez, vem deinsignare, que significa deixar o signo, deixar a marca em alguém. Ética e educação trabalham no sentido de deixar uma marca, delinear um modo de comportamento. Diante disso, a arte procura capturar algo do que é, essa região na qual o comportamento e o caráter, assim como o justo, o adequado e o correto, se recolhem em prol da intensidade. Qual é, então, o lugar da ética nos escritores? E nos escritores de livros para crianças? Qual é, em todo caso, a relação entre ética e literatura? Falta ética, quando essa palavra vazia é impressa, editada, gera vendas e direitos de autor, engana ou tenta enganar leitores incautos ou crianças. Hipocrisia então... desdobramento de valores que mais se declaram quando menos estão em nós e em nossa sociedade. Ante a escrita, abismam-se as boas intenções, o bem-pensante, cambaleiam nossas concepções do que deve ser.

ANDRUETTO, María Teresa.Por uma literatura sem adjetivos.São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2012.p. 127.
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23 de nov de 2017

Centro Cultural de Propriá - Sergipe

Na noite de ontem, Ron Perlim se torna membro do Centro Cultural de Propriá/SE, numa sessão extraordinário. Na ocasião, ele falou sobre o livro O povo das águas que em breve será relançado naquela cidade.






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18 de nov de 2017

VI Encontro de Escritores Sergipano

O VI Encontro de Escritores Sergipano aconteceu hoje, dia 18 de novembro de 2017, e eu tive por lá. O evento ocorreu na Aese (Associação dos Engenheiros Agrônimos de Sergipe)







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