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22 de set de 2015

Em breve nova tiragem do livro Viu o home?

Este livro, escrito por Ronaldo Pereira, ocupa-se da pequena corrupção, especificamente aquela que está entrelaçada ao contexto eleitoral, seja em campanhas ou em mandatos, tendo na expressão “viu o home?” a sua maior força.

Ele trata com clareza da política prática dos municípios em contextos que se completam nas mais variadas situações. O autor define essa prática de comércio eleitoral de base, caracterizado pela troca do voto por bens tangíveis (espécie de escambo), intangíveis (favores) e pela compra de voto (quando o eleitor prefere em espécie).

A proposta do livro não é somente expor as mazelas eleitorais dos municípios, mas através delas propor reflexões, fazer os leitores entenderem que é necessário mudar. Que a mudança tem que vir da base e a base são os municípios, matrizes de todos os candidatos. 

E o que é que precisa mudar? As pessoas. Estas precisam mudar a forma de escolher. Enquanto isso não acontece, não haverá mudanças significantes em nossa República.
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12 de dez de 2014

Livro Viu o home?

Acaba de ser publicado o livro “Viu o home?”, de autoria de Ronperlim. Esse livro é uma coletânea de crônicas publicadas no site Tribuna da Praia desde 2007.
Viu ohome? agradará a todos que gostam de um bom texto, especificamente aqueles que se interessam pela política. As personagens e ambientes têm como inspiração o Baixo São Francisco.
Sobre o livro:

A expressão Viu o home? é muito comum nas cidadezinhas. Ela identifica e valoriza os gestores públicos municipais. 
É conhecido de quem fala e de quem ouve, além de expressar uma maneira de respeito, apreço. De forma geral, é a identidade de quem exerce o poder político e é conhecido da população. 
O home, visto como alguém capaz de solucionar problemas de caráter político e eleitoral; mesmo que para isso seja necessário quebrar regras, desrespeitar costumes, violar leis. E deve estar pronto para isso. 
É alguém supervalorizado, endeusado, cobiçado pelas vantagens que pode propiciar. Por isso não lhe falta camarilha, financiadores, nem os paparazzi das línguas.  

O home é a expressão centralizadora, de decisão final, de liberação, de benefícios, favores, repreensão, afronta, crueldade, perseguição e endeusamento atribuídos aos empregados eletivos. É isso que você lerá neste livro.

Ficha do livro:
Titulo: “Viu o home?”
Autor: Ronperlim
Editora: Letras e Versos
Nº páginas: 87
Preço: R$ 20,00



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29 de jan de 2014

Segunda edição do livro A menina das queimadas


Era costume meu sentar ao lado de dona Zélia para ouvir as suas histórias. Na minha cabeça os fatos adquiriam vida. Acompanhava as suas aventuras, dramas, alegrias e tristezas. Num desses dias percebi a importância delas, pois, ultrapassavam seu valor pessoal. Então, resolvi escrever este livro.

O livro A menina das queimadas está dividido em duas partes que se inter-relacionam. A primeira fornece tópicos da infância e estes expõem as dificuldades que essa encontrava para conciliar a vida de estudante com os afazeres do lar, as angústias cotidianas com o lazer. Já a segunda trata da sua convivência com a avó. Vivendo sossegada na companhia dela, a menina das queimadas continuou a estudar, tornou-se adolescente e paquerada por muitos. Você com certeza vai gostar de conhecer como se fazia o leilão de prendas (festa de debutante) ou como as rezadeiras faziam para espantar mal olhado.

Por fim, as histórias aqui contidas falam de uma criança que tinha sonhos, problemas e uma enorme vontade de estudar e vencer na vida. Ler este livro é fazer o percurso da vida dela. Se você se identificar com alguma dessas situações ou pessoas, não se surpreenda, afinal de contas elas foram reescritas literariamente.
 O autor
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3 de out de 2012

A menina das queimadas

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Sinopse: 

As histórias contidas neste livro se passaram numa cidadezinha de Sergipe. Ele nasceu das memórias de Zélia de O. Rocha, recolhidas das conversas, das anotações e pesquisas feitas pelo autor.

Ela contava para ele com extrema lucidez coisas que se passaram na sua infância, adolescência e juventude durante as décadas de 30 a 50. De tanto ouvi-la falar desses temas, o autor resolveu recriar literariamente parte dessas memórias.

As histórias aqui narradas tratam do sistema precário de educação e de saúde, das brincadeiras, das angústias cotidianas, das paqueras e seus tabus, das crenças e costumes religiosos, da medicina popular e do trabalho infantil que eram impostos na época.

Assim, este livro conduz o leitor por esses meandros, suscitando reflexões capazes de transcender o texto na direção de vários contextos atuais.


Ronperlim

O que dizem os leitores:

“História interessante, de fácil compreensão”.
“(...) simpático livro covê nos mandou. Essa questão da memória e das cidades é de fundamental importância para o mosaico que compõe a história do país e das comunidades. O indivíduo como protagonista das narrativas locais e da história, e esse resgate você fez bem. Parabéns”!
José Maria Rodrigues, editor – Taba Cultural Editora

“(...) posso adiantar que estou me deleitando bastante com a leitura do mesmo: de fácil leitura, não cansativo, e cada capítulo nos arremete à leitura do próximo!”.
Orlando Santana da Cruz, Guarujá - São Paulo
"Um livro curto de 50 páginas que li numa sentada. Linguajar solto e fácil no ritmo... Não sei se fui sugestionado pelo perfil do escritor que o conheço do concurso onde ganhou o prêmio de literatura infantil, com um livro chamado Laura... ‘A Menina das Queimadas’ me pareceu encaixado nessa mesma categoria. O que achei bom, pois pode ser lido com facilidade pelas crianças e com proveito pelos adultos, que foi o meu caso".
Saracusa, Escritor, Prêmio Mário Cabral de Crônicas, Aracaju - Sergipe

"Adorei a leitura do livro ‘A Menina das Queimadas’. Uma leitura leve que nos leva pra outrora... Fiz a leitura no tempo de uma travessia pelo Rio São Francisco entre Sergipe e Alagoas e essa travessia não foi apenas dos limites entre dois estados... Foi uma viajem ao túnel do tempo que nos remete de forma bem descritiva os detalhes do espaço e tempo do homem e da mulher (grifo meu) da época de 30 e 40. Recomendo essa viajem a todos".
Fátima Ferreira dos Santos, Pedagoga e Arte Educadora, Propriá - Sergipe.

A maneira que o autor escreve é viciante e instigante, um verdadeiro diferencial para histórias do gênero.

Caíque Fortunado. Entre Páginas de Livros, Minas Gerais - MG.

Onde Comprar:
O livro pode ser adquirido no site da Livraria Asabeça, Livraria Ronperlim, Martins Fontes Paulista e Livraria Cultura.






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8 de abr de 2012

Sociedade e Cultura

Este trabalhe segue rigorosamente o plano de aula estabelecido pela Secretaria Municipal de Educação no ano de 2008, sob a coordenação da professora Josenice Pereira da Silva que estabeleceu os objetivos, com base na LDBEN, para que o alunado possa “reconhecer semelhanças e diferenças no modo de viver dos indivíduos e dos grupos sociais que pertence a seu próprio tempo e espaço”
Segundo a professora Josenice Pereira da Silva, ex-coordenadora de ensino, “O material analisado consiste numa fonte de pesquisa de fundamental importância para a Educação colegiense. Indicado pra ser utilizado a partir da 3ª série (4º ano) do ensino fundamental, tendo em vista a necessidade de incluir no currículo escolar o estudo da realidade social e política, resgatando assim a cultura, conforme a Legislação Educacional (LDBEN 9.394/96), que em seu Art. 26 estabelece uma base nacional comum a ser complementado por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade”.
O material analisado a que se referi a professora Josenice é Porto Real do Colégio: Geografia e História que recebeu da Biblioteca Nacional parecer técnico para registro e fazer parte de seu acervo; de onde extrai o conteúdo do plano de aula do ano de 2008, dando origem a obra Porto Real do Colégio: Sociedade e Cultura.
Nele o alunado do Ensino Fundamental encontrará informações históricas, geográficas, culturais e complementares para que eles possam compreender o espaço onde nasceram e residem.
                                                      
O autor
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Agonia Urbana

A poesia é um dom supremo. O poema é a transfiguração da poesia da palavra em matéria concreta, real, transposição de sentimento em vida. Saber transformar poesia em palavras é dom, é mais que dom, é técnica, perseverança, obstinação, prazer de criar, recriar, produzir e reproduzir. Gerar o fruto da palavra-sentimento, gerar o sentimento da palavra.
Em mais uma obra fantástica, Ronaldo Pereira, poeta incansável na busca da expressão poética do mundo, revela ao mundo da poética o sentimento de observador do mundo, da vida, da essência da vida, do "Sentimento do mundo", transfigurado em matéria irreal: a poesia.

O poeta é uma antena que capta diversos mundos e os refaz em um único ser: a vida. Vida refeita na palavra saída da Agonia Urbana que vai mergulhando na delicada missão de existir numa Menina que passa, atravessando a Tempestade em copo d'água, como tantos "raimundos", Meninos de algodão que têm Fome de estômago e de bola, mas, que são alimentados pela "vela" que ilumina uma sociedade condenada a viver blindada por seus medos, Tecendo dias, Um após outro, numa Evasão que dá "para tudo um tempo" de se ver e se rever na Fotografia da vida dividida entre A dívida e o perdão.
 A vida com os retoques de uma grafia questionadora, interrogativa, que nos dá o Aviso que no Mundo contemporâneoInimigos dos sonhos e das pretensões do amor com todos os seus problemas, mas com a certeza de que Há para tudo um tempo, Matando na unha o que não seja amor, sonho, fantasia: poesia.
A vela poética de Ronaldo nos instrui a viver um Poema gráfico, nos leva a uma leitura de nós mesmos quando nos voltamos para a essência do viver humano e nos perguntamos: o que estamos fazendo aqui?
A resposta pode ser: estamos vivendo, estamos nos deleitando com a leitura do que há de mais poético na vida - o viver e se emocionar com a vida. O tempo fere, mas nos dá tempo de curar feridas. O tempo, a sociedade, o mundo, a vida...
DILMA MARINHO DE CARVALHO, professora especialista em Literatura Brasileira, leciona na rede pública municipal de Maceió e no Ensino Médio da rede Estadual. Ministra atualmente as cadeiras de Literatura Brasileira I no curso de Letras e Leitura e Produção de Texto no curso de Pedagogia, ambos da Faculdade de Formação de Professores de Penedo – Fundação Eduacaional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho.
Maceió, março de 2009.
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Ás margens do Rio Rei

Às Margens do Rio Rei compreende três partes: a História, a Geografia, os Aspectos Culturais e Econômicos.
Na primeira faz uma abordagem de como se deu o povoamento de Porto Real do Colégio, o povo que já vivia aqui, as influências que sofreram com a catequização dos jesuítas, os seus aspectos políticos, a mistura das raças, a presença de D. Pedro II e a nossa Política de ontem até os dias atuais.
         A Segunda faz um esboço da Geografia Humana e Física, sua economia, seus principais rios e riachos, as belezas que integram a cidade, a importância do São Francisco para a vida dos colegienses, as riquezas hídricas e mal exploradas, a falta de incentivo no desenvolvimento da agricultura (o município só disponhe do Pronaf B), a pecuária, a terra boa para o cultivo de várias culturas, o projeto Itiúba que mantém o sustento de várias famílias, a presença da cana-de-açúcar que substituiu a plantação de alguns lotes de arroz. A presença de algumas casas comerciais, expondo de forma clara o desenvolvimento lento do comércio, a dependência da cidade de Propriá em alguns aspectos.
A terceira parte revela as riquezas culturais e artísticas de que dispõe o nosso município nas artes, na literatura, na música, no barro e no artesanato. Nesta última modalidade destacando-se o artesanato indígena, feitos com palhas, sementes diversas e ossos e as bordadeiras que nos enriquecem com o rendendê, bordado muito bem trabalhado e de grande beleza, sendo uma das fontes de renda e a principal produção artesanal do município. É por isso que se diz que Colégio é a terra do redendê. 
Diante do exposto, espera-se que os leitores de Às Margens do Rio Rei possam encontrar nesta obra informações que lhes formem uma consciência crítica e os situem no tempo e no espaço.   
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Antologias

A primeira obra de minha autoria, publicada em livro, encontra-se na antologia Ritmo Vital: Conto, poesia e crônica organizada por Arnaldo Giraldo e distribuída pelas Edições AG (http://www.giraldo.org/capa_ritmovital.htm) em 2007, resultado do XX Concurso Internacional Literário com o título Abrir e fechar o dia.

A segunda antologia, intitulada O lugar da poesia e da prosa foi resultado do Concurso Nacional de Literatura da Taba Cultural, realizado em 2007. Neste concurso, participei com os títulos: Meninos de algodão e Lá vai a menina que passa.
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Minicoletânea de Escritores Colegienses

A Minicoletânea de Escritores Colegienses foi publicada no ano de 2003. Nela os escritores Ronaldo Pereira de Lima, Wellington Liberatos dos Santos, Joseana dos Santos Matias e Janda Lilian contribuíram com seus escritos em prosa e verso.

Ela surgiu de um anseio literário e de uma paixão. A gente decidiu tirar os engavetados e ver os nossos escritos impressos para que fizesse parte do acervo cultural do município de Porto Real do Colégio - Alagoas. 

Nela, a gente usou uma linguagem simples e acessível ao leitor para que eles possam sentir o prazer da leitura, como podem ser lido alguns textos abaixo:


Mudança

Agonia morte ó dor respiração que não sai assento magro origem respiração que já vai. Adeus mas odor rolou abril marca oriundo respiração já foi.

 Ronperlim

Disperso

Que me importa isto tudo?
Que me importa, que me importa?
A dor que me mata, o vendaval que me não torna pó, as balas que penetram o esqueleto; que não morre...
Que me importa?
Wellingto Liberato


Simplesmente acontece

A paixão não acontece porque a gente procura.
Simplesmente ela chega e se instala no nosso coração, mente e alma.
Quando percebemos, já estamos envolvidos sem saber como e porque este sentimento acontece, sem escolher pessoa, momento e lugar, simplesmente acontece.
Janda Lílian

O destino a sua frente

Ouço a colega falar
Que não sabe seu destino
Nem donde vai parar
Ai eu começo a me perguntar:
Quem é esse cara,
Chamado Destino?
Porque ele está sempre a nossa frente
Esperando por a gente?
Queria conhecê-lo, mas ele não deixa
Queria ser sua amiga
Mas ele não quer minha amizade
Não o conheço, nem mesmo vejo
Mas ouço falar
É parente do futuro, conhecido por Destino
Criticado de chato, cruel malvado
E de tudo é culpado
Constitui-se por ações e reações
Do presente e do passado
O Destino está conosco
Do embrião ao idoso
Ele depende do que se faz ontem
Do que se faz hoje
O Destino não é feito
Cada um faz seu Destino.
Joseana dos Santos

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